Divino Poeta
Por dentro dos olhos do Poeta, jamais haverá enigmas... Enquanto observo com certeza o brilho belo do Sol, o calor de sua graça divinal agradeço!!! Obrigada meu Deus, És absoluto em total esplendor! Ajoelho-me ao “tocar” a fé na melodia do som de TUA “voz”, somos os teus poemas e Tu o nosso precioso Poeta. Te vejo no ar que me mantém, nos sentimentos que me levam à redenção, na transparência e em cada ação.
Temos uma guerra interna a ganhar ou perder. Há uma visão escurecida no orgulho, minando a luz que nos auxilia à autoestrada. Então as escolhas tecem a folha da vida com seu próprio empenho. Assim, mistas por um conjunto de valores egoístas, se deixam acumular méritos particulares de soberba e arrogância.
Nos cantos melodiosos da vida eis a tua misericórdia, e percorremos os caminhos para que se possa escutar a inefável voz do AMOR. Assim será sempre, e sempre haverá uma fala à qual só o amor a decodificará.
Sempre haverá Madalenas e seus julgadores.
O som que carecemos ouvir precisa conter polidez, humildade, indulgência e verdade. Em telas (obras) crias quadros de afeto colorindo tristezas. Na decisão humana, tons para que distingam amabilidade e generosidade. Sim, há de se ter cores-esperanças para que acomodem por dentro o templo da Paz!
Tu que és indescritível, inexplicável, AMOR! Que não põe limitado o grande e o pequeno, bom e o mal, louvado seja sempre o teu sagrado nome. A existência nota a grandeza de Tua Graça. Não se poderia jamais compreender qual poema é mais ou menos agraciado em tua preferência, porque não fazes diferenças entre filhos.
A grafia não revela o irmão, o filho, o pai, o mendigo, o rico, dentre um ou outro. Apenas exerce a função do pai justo que quer orgulhar-se de seus filhos. Cada inspiração historiastes encantos, cobristes com pinceladas reais e criadoras, a cada um singular, à escolha do seu próprio julgamento.
Somos herdeiros da Paz, de um reino de amor,
de um poema em cor,
de um Pai protetor,
que em cada um semeou
a promessa e o valor
da corrente sem dor!
Ninguém é plebeu,
naquele que torna
todas as coisas completas,
o Poeta e Pai.
(F.M)

Nenhum comentário:
Não é permitido fazer novos comentários.