Ritmo e entrega,
No vai e vem das palavras,
Bailarinos de amores bordados.
Da alma ao papel em cor,
bordando pensamento e sentimento.
Em torno dos dedos mágicos meus,
Lápis de sonhos,
Passeia...
Na terra do nunca.
País das maravilhas,
Nos dedos da poetisa que nunca foi poeta.
Dos dedos da poetisa, saem maravilhas...Lindíssima mais essa!Adorei! E tu? A criançada? Todos enormes, não? beijos, lindo dia, chica
ResponderExcluirVim avisar que acaba de entrar céu teu lá! Obrigadão! bjs, chica
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Obrigada! Estamos bem graças a Deus! Estão sim, crescem rápido né? Tenho uma turminha maravilhosa muito grata ao Senhor do alto por todos eles. Beijo queridona
ResponderExcluirPor vezes, vejo pessoas reclamando, a toa, da vida que levam. Têm tudo, não do melhor, é claro, mas têm!!! E ainda assim, reclamam!!!
ResponderExcluirA poesia não vem de graça ao poeta, pois ele precisa parir palavras e rimas. O bordado dá trabalho aos dedos, e até no ponto mais simples de uma costura, a agulha pode ferir o dedo. A chuva se ressente do solo quente antes de tocá-lo, e não raro, alguns pingos evaporam antes mesmo de tocar o chão.
A lágrima, menina... a lágrima! Seja ela de felicidade ou de tristeza, faz teu corpo todo trabalhar em um ritmo desmedido. E o sorriso? Esse é o mais simples e menos trabalhoso!
Por que, então, sorrimos tão pouco?
Você não tem apenas "dedos mágicos"! Você tem um violão aí dentro do peito. Teu coração não batuca, mas dedilha um dó ré mí atrás do outro.
Nunca foi poeta? Tá de brincadeira comigo, mocinha?
Marcio
Venho do blog da Chica... Gostei da magnífica foto do sol...
ResponderExcluirE o poema também está muito belo... Que continuem as maravilhas... ´
Hoje publiquei um poema meu...
Bom final de semana. Beijos
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